Dicas de Recrutamento e Seleção:

Dicas de Recrutamento e Seleção:

 

Para ajudá-los ainda mais no processo de recrutamento e seleção apresento algumas dicas para a análise de currículos e entrevista. Encontrar o profissional ideal para uma vaga não é uma simples questão de sorte, é necessário fazer a análise e as perguntas certas; e a responsabilidade pelo fracasso ou sucesso de um processo seletivo não depende apenas do candidato à vaga.

Com o perfil da vaga bem detalhado, o processo de triagem inicial dos currículos obedece algumas regras básicas tais como analisar:

  • Os dados para contato;

  • O local de residência do candidato;

  • Idade;

  • Se o objetivo profissional do candidato está em conformidade com o perfil da vaga oferecida;

  • As informações profissionais e acadêmicas, de acordo com um ordem cronológica, facilitando a análise da evolução profissional e escolar do candidato;

  • A obtenção de resultados no exercício dos cargos no desenvolvimento da carreira;

  • A experiência técnica;

  • A experiência na supervisão de pessoas (caso seja um cargo de gestão).

      Após a triagem dos currículos, segue-se as entrevistas, e o modelo sugerido por Daniela Lemos é o de uma “Entrevista por Competências”, e suas principais dicas são:

“É muito importante ser feito um mapeamento das competências necessárias para a posição em aberto, ou seja, antes da entrevista deve-se definir qual o perfil profissional indicado para o trabalho proposto, e as perguntas devem ser elaboradas de modo a identificar tais características;

Elaborar questões que identifiquem situações em que o candidato teve que utilizar as competências a serem avaliadas. É mais indicado pedir ao candidato que comente sobre alguma situação concreta e identificar se em sua resposta essas competências/características estão presentes ou não;

No momento de avaliar os resultados alcançados é interessante questionar sobre números atingidos, o que permite ao selecionador verificar a dimensão dos trabalhos desenvolvidos;

É importante lembrar que o corpo também fala, por isso deve-se ficar atento à postura do candidato. Quando ele se afasta do selecionador, cruza os braços ou fala num tom de voz menos entusiásticos pode ser que não tenha convicção de sua resposta e isto merecerá um novo questionamento mais adiante.”

Texto escrito por: Mário Fagundes

 

 

 

HR Hunter, Consultoria de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, tem como expertise: Recrutamento e Seleção, Treinamento Comportamental, Plano de Cargos e Salários, Pesquisa de Clima e Coaching.