Em 12 meses, apenas um quarto das empresas brasileiras contrataram.

Após Brasil chegar perto do nível de pleno emprego, empresas atuantes no país diminuíram um pouco o ritmo de contratações.

Em 12 meses, apenas um quarto das empresas brasileiras aumentaram o quadro de funcionários, segundo revelam dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Grant Thornton.

De acordo com o IBR (International Business Report) 2012, após o Brasil chegar perto de um nível de pleno emprego, as empresas atuantes no país diminuíram um pouco o ritmo de contratações, apresentando no primeiro trimestre de 2012 uma queda de 18 pontos percentuais, em relação ao último trimestre, para 38%. Ainda assim, aponta o levantamento, o resultado é maior do que a média global de 25%.

“O resultado reflete a situação econômica que o País vivencia hoje. As empresas agora passam a segurar as contratações para elevar o nível de contratação. As companhias começam a buscar talentos no mercado para preencherem suas vagas. O ritmo diminui uma vez que há uma carência dessa mão de obra qualificada”, diz o diretor de gestão de pessoas da Grant Thornton Brasil, Antoniel Silva.

Regiões

Ainda conforme o estudo, regionalmente, os países do BRIC (Brasil, China, Rússia e Índia) foram os maiores contratadores nos três primeiros meses do ano (39%), seguidos pelos países do APAC, exceto Japão, com 36%, e pela América Latina, com 35%.

O grupo dos países europeus em crise (Portugal, Itália, Grécia e Espanha), por outro lado, foram os que apresentaram resultado negativo, -18%.

Dentre os setores, no geral, os que mais contrataram foram os de tecnologia (44%), varejo (43%), mineração (39%) e alimentos e bebidas (35%). Na contramão, os segmentos de agricultura e serviços sociais foram os que menos empregaram nos três primeiros meses do ano, 3% 15%, nesta ordem.

HR Hunter, Consultoria de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, tem como expertise: Recrutamento e Seleção, Treinamento Comportamental, Plano de Cargos e Salários, Pesquisa de Clima e Coaching.